sábado, 27 de julho de 2013

Quase 40% dos jovens entre 16 e 24 anos são evangélicos


Quase 40% dos jovens entre 16 e 24 anos são evangélicos
Os números mostram o crescimento dos evangélicos em comparação ao Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontava um percentual de 63% de católicos entre os jovens com idades entre 15 e 24 anos. Segundo a pesquisa, os católicos representam hoje 44,2% nesta faixa de idade.O instituto de pesquisas Data Popular ouviu, no mês de maio, 1.501 pessoas em 100 cidades de todas regiões do país para saber qual a religião preferida dos brasileiros entre 15 e 24 anos. Segundo o levantamento, 37,6% dos jovens entrevistados se declararam evangélicos, 6,7% de outras religiões e 11,5% afirmaram não possuir religião.
Dos 190,7 milhões brasileiros, 34,1 milhões são jovens entre 15 e 24 anos. O país tem 123,3 milhões de católicos, sendo 21,8 milhões jovens. Segundo o IBGE, o percentual de católicos no país recuou de 73,6% em 2000 para 64,6% em 2010.
A pesquisa também aponta que o crescimento dos evangélicos está relacionado, principalmente, devido à entrada nas classes C e D, que possuem o maior número de jovens. Segundo o presidente do Data Popular, Renato Meirelles, as novas formas de tecnologia utilizadas pelos evangélicos é um exemplo da vantagem que possuem em relação aos católicos.
“Hoje você vê funk gospel, samba gospel – modelos que só mais recentemente começamos ver na Igreja Católica”, avalia.
Meirelles também destacou o crescimento acentuado dos evangélicos, apontado já no Censo de 2010. Segundo ele, os números do Data Popular confirmam a queda católica também entre os jovens.
Frequência na igreja
Os evangélicos são proporcionalmente os mais assíduos à igreja, segundo a pesquisa. Entre os brasileiros com 18 anos ou mais, 52% responderam ter ido mais de quatro vezes no mês à igreja, 34% de uma a quatro vezes e 14% nenhuma. Entre os católicos, 48% afirmaram não ter ido nenhuma vez à igreja no último mês, 45% disseram ter ido de uma a quatro vezes e 7% mais de quatro vezes. Com informações G1.

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